domingo, 15 de fevereiro de 2009

Polanco

 

O artista Emmanuel Polanco tem um belo trabalho de ilustração - mistura técnicas com colagens e atende a um número de revistas francesas - ele resolve bem as formas e os espaços no domínio da composição - também foi citado aqui.
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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Richard Haines - Designerman

 
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Richard Haines é um desenhista proprietário do blog - Designerman : what I saw today - onde elabora sketches - instântaneos de modelos vivos, dedicados à moda masculina. Além de ter um traço maravilhoso e pleno no vigor, capta a atmosfera, a roupa e o movimento terminando num desenho muito bom. Uma das características do artista é utilizar suportes comuns e até mesmo frágeis como papeis de embrulho e folhas de caderno. Ou seja, é um observador perspicaz, subserviso da academia e perceptivo na sua genialidade. Está linkado ao lado e vale uma visita para ver hoje o que ele viu hoje também.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Ilustração de Moda + links

 

Desenho sobre papel cartão texturado e lápis mercur technik 6B. Gostei do lápis, tanto no que se refere ao grafite, quanto ao seu formato ergonômico. E mais alguns links de ilustradores...
Doily Bliss
Ono Motonari
Stina Persson
Lauren Bishop
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Moda para Todos - Concurso

 

Um concurso de criação em moda muito especial foi lançado. O tema de moda inclusiva é mesmo para participar. Maiores detalhes, regulamento e ficha de inscrição aqui.
** O Concurso é restrito ao estado de São Paulo.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A Moda em Sistema

 

Em se tratando de um sistema que passa por mudanças relacionadas ao comportamento e relacionando se ao produto, a moda que há algum tempo era o discurso de um criador (estilista/designer)e onde sua criação movia se e disseminava se com uma aceitação bastante eloquente, percebemos que essa figura hoje praticamente desapareceu. Digo que desapareceu em força, porque por outro lado ele/criador se mutiplicou em quantidade. A qualidade certamente é questionável, uma vez que há mais reproduções que originalidades. Nesse novo ambiente a que se estreitou a moda, pertecente a grupos de administratores no topo da hierarquia capitalista e incluindo suas investidas no mercado de ações, a democratização do sistema alastrada como tal é, mina o produto artesanal. Poucos fazem e muitos vendem. O sistema impera numa política organizada e optimizada que inclui uma rede mundial e daí encontramos os mesmos produtos - das lojas de departamento do mundo aos camelôs. Neste novo mercado há uma super valorização a ações do marketing como as da rede de lojas H&M, American Apparel entre outras que, se por um lado deixa os produtos sem valor material suficiente, aplica os conceitualmente de valores inclusivos, principalmente o de estar na moda (a um preço muito barato). Creio que um certo desapontamento virá a envolver nos em novo critério: A figura ou os criadores que fazem e operam de fato suas criações terão valores de procura e o mercado da quantidade fácil pulverizada e parecidas não arcará com seus investimentos. Ou melhor seria se uma equananimidade entre os dois lados se apresentasse. Há mais vendedores de produtos do que fabricantes de produtos e nesse sistema a alta costura viu se oca. Uma nova relação entre espécie e produto e valores de vida pode ser o ponto da retomada da antiga e eficiente forma da moda.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Sistema da Moda

 
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Entre os poucos ciclos de mudanças que a moda provoca de fato, podem eles ser pontuados na longa linha de sua existência. Talvez de década em década. Ao contrário do frenético meio da troca de estação e lançamentos e do corre corre, substancialmente as coisas giram em torno dos mesmos itens e necessidades. Para que houvesse uma quebra de paradigma mais assertivo, teríamos que mudar culturalmente muita coisa e isso é um processo lento em sua evolução. O irônico é que todo mundo espera uma novidade e desta expectativa gera se um conflito. Como muitos não se atém aos processos de modelagem, a riqueza de um substrato têxtil, a elaboração da superfície em estampas e bordados, fica a frustração de não verem um "achado" que seja dígno de alcance do imaginário estético. Até a pouco tempo, grande parte da mídia descrevia de forma cruel alguns desfiles, tratavam no como se fosse o nada apresentado, justamente por desconhecimento de forma mais integral do produto e do sistema. Esta desinformação certamente não é levada em conta por quem escreve e poucos se dígnam a entender isso. Alguns se propõe a pesquisar e entender de forma mais global as propostas dos criadores e o tom do respeito começa a ser notado nos textos. Entre as mudanças que começaram há um tempo e que vem tormando sua forma agora, de um jeito mais profissional estão os papéis dos styles. Eles prestam um serviço de composição da imagem, um co-criador tão necessário para viabilizar o circuito compra, produto e imagem pessoal. Acessível a todos e democráticos por condição no quesito style estão os blogs Oficina de Estilo e Hoje Vou Assim, ambos valem uma visita e um cafezinho nos comentários. Outra área interessante do campo da moda são as revistas, que apesar de parecerem iguais nas capas (e são) por dentro há os editoriais e estes editoriais são tratados de forma interessante dentro do conceito proposto. Assim a moda se especializa em fragmentadas áreas que dotam o sistema da moda do que ela tem a oferecer. A fantasia de estar mais belo.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A cor da resistência

 
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A cor como elemento simbólico veio à tona esta semana na posse do primeiro presidente negro da história americana. Por ocasião do evento, os olhos voltaram se para a primeira dama norte americana Michelle Obama. Dona de uma personalidade marcante, ela é sempre vista vestindo cores saturadas. As mais marcantes foram o preto, o vermelho e o amarelo. (é a meu ver uma mulher de dose estética equilibrada). A cor amarela é a cor do movimento, do ritmo espacial, da riqueza, do otimismo. Embora em arte seja um tom fugidio, fraco ante a luz física (pois desbota com facilidade) o tom impressiona por sua preciosa carga luminosa. É um equilíbrio dos tons mais quentes se consideramos o vermelho e o laranja. Michelle Obama portava um reluzente vestido de renda amarela com um sobretudo que a protegia do frio. A cor caiu lhe bem na pele negra destacando a como primeira dama de uma grande potência econômica. Poderia aqui também relacionar a cor como um símbolo da resistência visto que, a história da luta racial nos EUA tem proporções muito diferentes do nosso país. O traje é clássico, como convém a todas as damas de cargo político ao redor do mundo (sejam primeira-ministra, presidentes, rainhas). Uma coisa que sempre me chamou a atenção é que as mulheres com cargos políticos importantes vestem se de cores sempre muito vivas em diversas ocasiões, basta observar: Já foi visto Lady Diana em vermelho, a Rainha Elizabeth em azul piscina e outros tons fortes, Margareth Thatcher em reluzentes conjuntos, a Rainha Silvia da Suécia em verde água embora o vermelho seja uma constante no guarda roupa de todas. Importante ressaltar a simbologia do vermelho como estável no espaço. Na cultura anglossaxônica o azul (blue), é uma cor da melancolia, vide expressões feeling blue ou o ritmo musical blues que tem narrativa melancólica, o oposto do momento passado na posse do presidente Barack Obama, que é de pura alegria e emoção. Entre o Brasil tropical e a herança Americana dos ingleses e Irlandeses, fica marcada essa disparidade da cor. O amarelo aqui torna se mais intenso por causa da nossa luz e “amarela” mais a miscigenação do brasileiro, embora não seja regra, já o azul traria um tonalidade menos excitante e mais integrada à paisagem. Para os americanos essa nova empreitada histórica representa o ouro.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Moda e Arte: Fronteiras

 

Cerâmica - reproduções de vestidos de alta costura /1999
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Considerando a moda uma categoria de si mesma (dotadas de seus arquétipos, alegorias, símbolos, utilidades e história) há nela também uma variante a ser considerada: A fronteira com a arte. É óbvio que a arte pode ser pode utilizar elementos da moda, mas por uma questão de princípios ela não vira moda. É sempre arte; já a moda quando utiliza as referências artísticas como formas de expressão, respeitando seus valores de forma x função, ela continua sendo moda, neste caso agregada de valores de outro segmento. Um editorial de moda bem feito serve como indicador desta fronteira. A situação proposta, o fotógrafo e seu talento, os valores plásticos empregados, fazem com que se isolarmos o resultado de uma revista ou catálogo, o resultado serve como um objeto de arte digno de museu, galeria ou contemplação de qualquer sorte. Algumas revistas embaçam esta visão, outras mostram claramente e conceitualmente as propostas mais enriquecedoras. Não é necessário citar os exemplos. O olhar sensível de qualquer espectador detecta esta diferença.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Moda e Arte

 

Xilogravura sobre papel/2001
 

Xilogravura sobre tecido/2001

No território das artes, a palavra devir, relata a negação de si na transição da história, nos estilos ou poéticas visuais. Esta expectativa quebra os códigos estéticos e morais. A arte renova-se do passado e pelo passado, nas releituras e pelos conceitos. Suscitando a presença do homem, ela (a arte) o torna mais interessante, mais revolucionário. O corpo arte, o espírito e sua aura feitos pelo homem e para o mundo.
No território da moda, lidamos com as mesmas releituras, contando as leituras da estação, das décadas, passíveis das suas reproduções. A moda não é revolucionária no sentido mais profundo. É apenas, hoje, uma promessa de beleza estética, uma promessa que se esvazia pela superficialidade, mas impregna no homem as ilusões de sedução e beleza. Diferente da arte, do universo macro e perene, a moda tem um valor comercial que faz com que seus valores simbólicos adquiram um nível de esgotamento. A moda é categoria de si mesma, não precisa ser arte. Precisa que seus valores de conteúdo e construção semióticos sejam admirados pelo que eles têm em propostas, sem a culpa inerente ao homem que não se resolve espiritualmente e nem materialmente. E como a roupa serve para vestir este corpo instável, a moda torna-se tão perecível quanto ele. Mas como o corpo, a moda não nega a sua história, suas tradições, segue junto. A sua construção e seu suporte, é a coisa única.


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Cor e Cultura II

 

As relações sobre cores e culturas se aprofundam e para falar de duas cores ou sejam o preto e o branco, encontrei em Kandinsky: "falamos de "Branco" e "Preto" tão correntemente como de "dia" e "noite". Todavia, podemos descobrir aqui o parentesco profundo, portanto imediatamente perceptível, das duas cores - as duas significam silêncio, e a diferença profunda entre chineses e europeus revela-se de maneira gritante por esse exemplo. Os cristãos, após séculos de cristianismo, sentem a morte como um silêncio definitivo, que definirei como "um buraco sem fundo", enquanto os chineses, não-cristãos, consideram o silêncio a primeira etapa em direção a uma nova linguagem, que designarei como "nascimento".
(do livro: Ponto e LInha sobre o Plano - p.68)
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Cor e Cultura

 
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Entre os muitos hábitos dos nossos costumes a cor faz parte como um sígno da comunicação. Deveria fazer parte das nossas experiências mais profundas como proposto por Hélio Oiticica ou habitar nossa rebeldia inovadora segundo o manifesto futurista de Giácomo Balla. Apesar do automatismo do uso sem questionarmos a respeito e onde apenas incorporamos instintivamente algumas cores, marcamos padrões inclusive de gêneros. Ao homem o azul e a mulher o rosa. Mas quando começou este costume? Segundo onde pesquisei (incluindo as pinturas Vitorianas), muito antes eram inversos estes papéis. O tom rosa era a cor da saúde, do forte e o azul da contemplação mística, ligada à figura da Virgem Maria. Na segunda grande guerra mundial a cor rosa foi adotada para identificar os homossexuais presos nos campos de concentração. Eles usavam um triângulo rosa invertido, uma forma de dominação e coerção, que pode ser visto no filme Bent. Nesta mesma época, as feministas adotaram a tonalidade como emblema de equiparação de direitos, daí os costumes inverteram, chegando a nossa sociedade como cores específicas de gêneros. Há uma lógica nesta explicação, pois é sabido que Oscar Wilde escandalizava a sociedade da época usando terno azul claro. E hoje alguns homens se livram dos preconceitos, de bem consigo mesmo, usando a cor rosa como tom que beneficia a própria imagem.

Uma Crônica de Costumes

 

Em 2001 fiz uma exposição individual que se chamou Uma Crônica de Costumes. Nos trabalhos propostos, uma discussão sobre a cultura e a linguagem dos costumes que vão se incorporando às nossas vidas. As cerimônias, a religiosidade, os cultos, os amores e as dores de nossas biografias. Neste trabalho serigrafia sobre tecido almofadado, flores e fundo em adamascado.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O Elo

 
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Entre Christian Dior e Thierry Mugler passaram se 40 anos em média. É possível reconhecer uma afinidade plástica entre os dois designers, até porque, salvo os japoneses, os europeus se inspiraram nos anos 40 para a construção da silhueta dos anos 80. Ambos transportaram a mulher para uma espécie de beleza intocada, admirável e sedutora aparência, mas totalmente dominadas pela estética. Em Dior, que pós-guerra, propôs a fartar se nos gastos, estabeleceu-se um novo modo (dos velhos tempos) de colocar a mulher com a silhueta fina, cintura apertada, o colo a mostra e com gestos e poses teatrais. O corpo feminino tinha uma moralidade desenhada. E Dior se reinventava ano após ano, mantendo o seu negócio à custa de um bom marketing, apoiado pelo sistema de produção e fabricação de vestuário. Em Mugler nos anos 80, volta à cena esta mulher sexy, de tale desenhado, misteriosa, poderosa, inatingível, performática, caçadora. O que os dois tinham em comum é um senso de dominação; não da mulher natural certamente, mas do criador que se impõe. Em ambos vemos a transformação da mulher em objeto sensual. Um pelo excesso do refinamento, da mulher boneca, família, modelo; em outro a mulher fetiche, metafísica. Em seu discurso no filme prêt-à-porter de Robert Altman, o próprio Mugler resume as explicações dizendo que o que interessa é a aparência final. Estes dois olhares idealistas do feminino são admiráveis porque resistem. Porque resistem? A escultura desenhada é intocada, mas o encantamento mítico ainda povoa os sonhos dos homens, para quem a mulher se veste.

Espiral

 

A Rede Minas criou um programa chamado Espiral onde mensalmente abordam em forma de documentário algum tema voltado às artes. Neste mes de dezembro a moda foi o foco. Entrevistas com Alcino Leite, Biti Averbach, Ronaldo Fraga, Jun Nakao, Clô Orozco são alguns dos nomes participantes entrevistados. Uma colagem de imagens permeia todo o quadro, além de música e comportamento de rua. Colocaram algumas de minhas ilustrações também. Entre outras esta com enorme cabelo espiralado.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O Elo Perdido

 
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Há algum tempo atrás a Maria Prata publicou no blog dela a foto de um vestido de André Lima e um outro de Karl Lagerfeld comparando-os e fazendo uma alusão de que ambos buscaram referências em Thierry Mugler. No final do post ela pede a quem pudesse ajudar que encontrasse um vestido de Mugler, com a forma em estrela, marca do estilista, e ninguém encontrou. Eu também revirei as coisas que tenho e que são muitas, inclusive da década de oitenta. Nada apareceu e fiquei intrigado porque algo me incomodava naquela análise e revendo o trabalho de Mugler aludi que ele trabalhava um outro tipo de formalismo em suas criações. O corpo da mulher tinha para ele uma conformação de que a roupa viria para traduzir a custo independente do conforto, realçando certamente curvas, colos, pernas, ascensão e poder. Os focos são direcionados, a comunicação criativa é personalizada. Em Mugler verifica se elementos sexualizados mais agudos e uma leitura emblemática de uma mulher forte oitentista num futurismo fantástico, fetichismo inspirados talvez em John Willie. Uma mulher dona da própria sexualidade, proprietária de um vestuário bem cortado e bem montado. Por isso ninguém achava nada parecido com o look de André Lima, porque por mais que ele quisesse fazer algo a la Mugler, sairia ao estilo dele mesmo e Lagerfeld realizou um trabalho mais fraco. Uma análise comparativa mais precisa deixa imune ambos os trabalhos. E porque a análise não foi solucionada? Porque em tempos de fast fashion a pressa iguala tudo e a cópia da cópia da cópia acaba deixando tudo igual. Mugler é antes disto e por isto é único.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Pixel Print

 

Sobre um transfer digital apliquei uma segunda estampa feita em pixels, usando tinta puff...o efeito ficou parecido com um bordado.
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domingo, 7 de dezembro de 2008

Movimento Mangue Beat

 

Outro Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que uniu música e moda, foi tema de Pollyanna Pereira. Fã da cultura Pop, levantou os conceitos e manifesto do Movimento MangueBeat, unindo o pensamento de Josué de Castro. O resultado é uma mini-coleção (manguessistema) com imagens comerciais e uma conceitual, mostrando a diversidade entre o mangue, a música e a moda com características da formação brasileira.
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Vernissage

 

No paredão da Casa de Chica da Silva em Diamantina, alguns dos expositores de "Fluências: Influências" que aconteceu em julho de 2008. Maria do Céu, Cláudia Renault, Fabrício Fernandino, Tânia Araújo, eu, Laura Vinci, Sérgio Nunes,Lincoln Volpini, o monitor e Ana Paula.
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Madonna

 
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Madonna chega ao Brasil para delírio dos fãs. Entre estes fãs, Samuel Queiroz, um aluno que está fazendo seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em moda e que decidiu estudar a carreira da artista. O título é "Madonna: 25 anos de carreira" onde cada álbum é estudado sob o ponto de vista da imagem, além das músicas. Um tratado sobre a Pop Art no nosso tempo e como produto final, cada álbum virou uma estampa que foi digitalizada e impresssa sobre sungas para a delícia de quem curte as praias coloridas do Brasil ou para quem se diverte em pool party ou deseja fazer uma surpresa de outra natureza!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O Catálogo

 

Acrílica sobre diferentes suportes, esta é a ponta de um trabalho que começo a fazer, e onde as fontes das imagens são os catálogos de moda. Desconstrução, reconstrução, volumes e texturas como um grande recorte final e organizado.
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